sábado, 26 de janeiro de 2013

Abertas as inscrições para 65ª Reunião Anual da SBPC

Estão abertas as inscrições para 65ª Reunião Anual da SBPC As inscrições para a 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que será realizada em Recife, entre os dias 21 a 26 de julho, já estão abertas. Elas poderão ser feitas até o dia 28 de fevereiro com desconto, tanto por quem pretende submeter resumos de trabalhos para apresentação na Sessão de Pôsteres, como por aqueles que não vão fazer isso. As inscrições sem desconto poderão ser realizadas a partir do dia 1º de março e se encerrarão no dia 2 de abril para os primeiros, e em 10 de julho para os segundos, que, no entanto, depois dessa data, também poderão se inscrever durante a própria reunião. Todas as informações e orientações, bem como a ficha de inscrição, estão disponíveis no endereço eletrônico http://www.sbpcnet.org.br/recife/home/. Não é necessário, no entanto, se inscrever para participar da Reunião Anual da SPBC. Qualquer pessoa pode assistir às conferências encontros, sessões de pôsteres, atividades culturais (SBPC Cultural) e para estudantes do ensino básico (SBPC Jovem) e exposições (ExpoT&C). A inscrição é obrigatória apenas para quem deseja realizar minicursos oferecidos durante o evento. Ou então, para quem quiser uma (ou mais) das seguintes opções: programação impressa da Reunião, e-Atestado (eletrônico) de participação geral, submeter resumo de trabalho à análise (pelo menos um dos autores precisa efetuar a inscrição) e e-Atestado de minicurso. (Assessoria de Comunicação da SBPC)

Esperança de acordo sobre mudanças climáticas

JC e-mail 4653, de 25 de Janeiro de 2013. 2. Discurso de Obama renova esperança de acordo sobre mudanças climáticas Presidente dos EUA sinaliza que país poderá assumir compromissos de redução na emissão de gases do efeito estufa O destaque dado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, às mudanças climáticas em seu discurso de posse para o segundo mandato, esta semana, renovou as esperanças de uma mudança na postura do país nas negociações globais. Segundo especialistas, ao dedicar oito frases ao tema, mais do que a qualquer outro assunto, Obama sinalizou tanto para o público interno quanto o externo que os EUA estão dispostos a assumir compromissos de redução na emissão de gases causadores do efeito estufa, mais de 15 anos depois de assinarem, e nunca terem ratificado, o Protocolo de Kioto, até hoje primeiro e único acordo mundial do tipo. "Vamos responder à ameaça das mudanças climáticas, sabendo que fracassar nisso seria uma traição a nossos filhos e às futuras gerações", disse Obama. "Alguns ainda podem negar o julgamento da ciência, mas ninguém poderá evitar o impacto devastador de incêndios descontrolados, secas debilitantes e tempestades mais poderosas". - Existe uma paralisia histórica nas negociações e, se os EUA assumirem uma posição mais ativa, o cenário muda totalmente - avalia o ambientalista e consultor em sustentabilidade Fabio Feldmann. - Obama está preocupado com o legado que vai deixar para os EUA e para o mundo e, embora as questões dos imigrantes e dos gays tenham forte apelo interno, no cenário internacional a questão climática é a mais importante. Redução de emissões por decreto Segundo Feldmann, Obama deverá atacar o problema em duas frentes. Na doméstica, ele deverá usar decisão recente da Suprema Corte dos EUA, que reconheceu a autoridade da Agência de Proteção do Meio Ambiente (EPA, na sigla em inglês) para estabelecer padrões de eficiência energética e regular emissões que atravessam fronteiras estaduais, para evitar um enfrentamento com os conservadores no Congresso, que rejeitariam legislações neste sentido. Entre as medidas esperadas está a instituição de regras mais estritas para as usinas que usam carvão na geração de eletricidade, o que deverá estimular investimentos em fontes renováveis. E, assim como fez com a indústria automobilística no ano passado, a EPA deverá pressionar pela fabricação de eletrodomésticos mais eficientes no uso de energia. - Isso vai permitir que Obama, por meio da EPA, obrigue a redução das emissões como que por decreto - diz Feldmann. - Só o fato de ele poder fazer isso vai facilitar a negociação política no Congresso, para que ratifique um eventual acordo global. É um instrumento de barganha que ele não tinha até agora e está sinalizando que vai usar. Já no campo externo, Feldmann considera que a afirmação de que as mudanças climáticas são um fato comprovado cientificamente sinaliza que ficou para trás a atitude dos oito anos do governo republicano de George Bush, que dava voz e ouvidos aos céticos do clima. O economista Sergio Besserman, por sua vez, também elogiou o discurso de Obama, mas acha que ainda é muito cedo para afirmar que ele vai se traduzir em uma postura mais ativa nas negociações climáticas. - O que Obama disse é o que todo chefe de Estado minimamente informado sabe: de alguma forma, a ação humana está afetando o clima no planeta - comenta Besserman. - Mas quem acompanha o tema de perto sabe também, por meio de anos de pesquisas e relatórios do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), da gravidade da situação e que o tempo para manter o aquecimento global dentro de uma margem de segurança aceitável já passou. Os esforços voluntários que estão sendo feitos por várias nações, inclusive o Brasil, são bons, mas não têm sequer a chance de mudar o jogo. Besserman, no entanto, também lembra que Obama tem alguns fatores que estão agindo a seu favor, caso decida levar os EUA a terem uma posição de mais liderança nas conversas sobre o clima. Segundo ele, o boom na exploração do chamado gás de xisto está mudando a matriz energética do país, aproximando-o de uma independência da importação de combustíveis ao mesmo tempo em que ajuda a tirá-lo do abismo econômico. - Se este gás for usado para substituir outros combustíveis fósseis, como o carvão, gerando menos emissões, haverá coincidência entre o interesse econômico e uma postura mais agressiva nas negociações globais - avalia. - Num mundo com pouco tempo para chegar a um acordo, este é um passo de grande significado. Não existe negociação separada. Mudanças climáticas, autonomia energética e a saída da crise econômica caminham juntas, e Obama não foi tão firme levianamente. Ele sabe que tem por trás esta equação para apoiá-lo. (O Globo)

Ciência na corda bamba

JC e-mail 4651, de 23 de Janeiro de 2013. 12. Ciência na corda bamba - artigo de Flávio de Carvalho Serpa no Observatório da Imprensa O anúncio divulgado na sexta-feira (11/1) de que o The New York Times havia extinguido sua editoria de Meio Ambiente deixou ecólogos de todo planeta preocupados. Desde que foi criada, em 2009, a seção era considerada uma das mais profissionais e competentes por leitores em todo mundo. Era também uma das de maior reputação nos sites e serviços replicantes. Na selva da cobertura ambiental e climática tem de tudo (como em qualquer outra área jornalística), desde o simples terrorismo e alarmismo apocalíptico até os céticos que ignoram ou desdenham as mudanças climáticas. A seção de meio ambiente do NYT dava, sem dúvida, um selo de qualidade e sensatez aos assuntos que abordava. Ainda não está clara a consequência do desmonte da seção. Oficialmente nenhum jornalista vai ser demitido, apenas realocado em outras editorias. A direção do jornal diz que se trata de um "assunto puramente estrutural" (ver aqui). A justificativa, que até faz sentido, é a de que, quando foi criada, a editoria era para tratar o meio ambiente como uma área "singular e isolada", mas agora as notícias da área têm implicações "nos negócios, economia, saúde, nacional e local". A direção se justifica: "Elas [as notícias] são mais complexas. Precisamos de pessoas trabalhando em editorias diferentes que possam cobrir partes diferentes dos assuntos". Uma das intenções especuladas é que o jornal pretende tirar a notícia ambiental de uma espécie de "gueto verde", frequentado apenas pelos apaixonados e pelos militantes radicais, abrindo assim a penetração do assunto por outras editorias. Valor da experiência Na verdade a cobertura científica do meio ambiente e mudanças climáticas teve nos últimos anos um desempenho tão imprevisível quanto a temperatura do planeta. Em algumas áreas e publicações declinou, em outras melhorou e ampliou, conforme um amplo balanço divulgado no início deste anos por The Daily Climate. Que o conhecimento científico e tecnológico é o fator de maior impacto na vida futura das pessoas quase ninguém discute. Paradoxalmente, os meios de comunicação estão pautando suas ações na direção contrária, diminuindo drasticamente o espaço reservado para assuntos de Ciência e Tecnologia. Assim, editores e diretores tentam contrabalançar a sangria de recursos para a imprensa tradicional, que perdeu 40% das receitas na última década. Compreensivelmente, cortam custos nas áreas que eles acham menos estratégicas. O paradoxo é que aquela que seria a mais impactante área do conhecimento, a Ciência e Tecnologia, é a que mais drasticamente é atingida pelos cortes nas empresas de comunicação. Contra os 40% de queda na imprensa em geral, as seções de Ciência foram ceifadas em 80% - o dobro - desde 1989. Dos 95 jornais importantes que tinham cadernos semanais de Ciência e Tecnologia, 76 foram fechados, segundo levantamento da veterana repórter de ciências Cristine Russel feito para o Centro de Imprensa, Política e Políticas Públicas da Universidade Harvard. Algo semelhante ocorreu também nas redes de TV, inclusive na TV a cabo. Em 2008 a CNN desmantelou a sua editoria de Ciências, dissolvendo-a num balaio que passou a incluir medicina e meio ambiente, sobrecarregando os profissionais que restaram. Meses depois, a NBC tomou a mesma decisão. Mesmo antes disso a tendência já existia. O levantamento do Projeto para Excelência em Jornalismo, do Pew Research Center, feito em 2007, mostrava que em cada cinco horas das TVs a cabo havia mais de 26 minutos de crimes, 12 minutos de acidentes e desastres, 10 minutos de celebridades e migalhas de 1 minuto e 25 segundos de meio ambiente e, finalmente, 1 minuto de ciência. Mais recentemente, refletindo o aumento do interesse popular em assuntos ambientais, vários noticiosos da TV a cabo maquiaram sua aparência com rótulos verde (oGo Green da CNN) e de sustentabilidade, truque que muitas empresas de todos os tipos adotaram como tática de marketing, na maioria dos casos. Felizmente grandes jornais, como o The New York Times eWashington Post, não sucumbiram à tática suicida de cortar custos na qualidade e vão bem economicamente, graças às suas edições digitais. A seção de Ciências do New York Times, que não foi afetada pela recente reestruturação, exibe nada menos que 20 repórteres e redatores fixos, muitos deles veteranos especialistas, justamente aqueles que os jornais menos inteligentes adoram demitir ou trocar por jornalistas menos experientes e mais baratos. "Critérios" editoriais Jornais podem ganhar um fôlego provisório fazendo cortes imediatistas, mas no médio prazo perdem a qualidade - especialmente a qualidade dos leitores - sem garantias de que possam conquistar faixas mais amplas e simplórias de consumidores. Porém cada jornal ou publicação tem idiossincrasias que os tornam mais vulneráveis à perda de qualidade. Minha experiência pessoal no Estado de S.Paulo, como redator e editor na área de Ciência e Tecnologia, é de que o jornal dos Mesquita mergulhou numa espiral de descrédito gradativo ao longo de décadas, e não apenas com o surgimento da internet e outras publicações mais leves. Nas primeiras décadas do século passado, o Estado de S.Paulo podia se orgulhar de ter sido um dos únicos jornais do Hemisfério Sul a noticiar o aparecimento da Teoria da Relatividade, de Albert Einstein. A família Mesquita foi também uma poderosa influência na criação da Universidade de São Paulo. Mas depois de 1964 as relações do jornal com a comunidade científica e acadêmica azedaram irreversivelmente. E não só politicamente. A família assumiu posturas rígidas e em alguns momentos até anti-intelectuais. De um jornal que no começo do século 20 noticiava Albert Einstein na primeira página, assisti ao dia em que o familiar no comando repreendeu por escrito uma jornalista de ciência, Ruth Helena Bellinghini, por causa de um artigo baseado no site da revista Nature. A matéria da Nature anunciava com destaque que um cientista brasileiro havia resolvido um paradoxo relativista: um submarino viajando a velocidade próxima à da luz ganha mais massa, e por isso afunda mais? O ranço anti-intelectual agravou depois do afastamento do então diretor de Redação, Antônio Pimenta Neves. Uma diretoria tosca colocada às pressas no lugar do assassino cometeu desmandos bizarros. OEstado de S.Paulo tornou-se o único jornal do planeta a demitir não um, mas dois jornalistas com cursos de especialização no Massachussets Institute of Technology (MIT) - Alessandro Greco e a Ruth Bellinghini. As causas das demissões foram mesquinhas e resultado da prepotência de uma diretoria anti-intelectual. Ruth já estava na mira por ter se recusado a escrever uma bizarra história sobre um médico australiano que afirmava que a masturbação evita o aparecimento do câncer de próstata. Ela alegou que o tal trabalho do médico não fora publicado em revista de ciência nem tinha revisão de pares (peer review). A matéria acabou sendo traduzida e publicada com destaque, "porque dava leitura". Já o Alessandro foi demitido por publicar um artigo sobre doenças do asbesto e amianto. A associação nacional dos fabricantes do cancerígeno reclamou diretamente com a diretoria e obteve a cabeça do jornalista. Flávio de Carvalho Serpa é jornalista
JC e-mail 4651, de 23 de Janeiro de 2013. 4. Escolas de tempo integral terão novo currículo - Agência Estado faz correções em relação a matéria publicada pelo jornal O Estado de São Paulo e reproduzida pelo JC-email Mudanças nas instituições de ensino fundamental que não migraram para novo modelo incluem reforço de português e matemática As escolas de ensino fundamental de tempo integral do Estado de São Paulo vão passar por uma reformulação curricular. O objetivo é fortalecer o aprendizado de língua portuguesa e matemática. Diferentemente do que afirmava a reportagem publicada na edição desta terça-feira, 22, do jornal O Estado de S. Paulo, a nova diretriz não acaba com o ensino de ciências nos três primeiros anos do ciclo 1. As disciplinas já não constavam na grade nos últimos anos, mas, segundo a Secretaria de Educação, os temas são abordados nas outras aulas. A nova diretriz vale para as 297 unidades que já estavam no programa desde 2006 e exclui as 21 escolas que não migraram para o novo modelo de ensino integral - criado em 2012 para o ensino médio e estendido para o fundamental neste ano. Os alunos dessas escolas continuam com 15 aulas de língua portuguesa por semana no 1.º e 2.º anos (respondendo por 60% da carga semanal). O restante será ocupado por matemática, com 6 aulas (25% da carga semanal), e educação física/arte, com 4 aulas. No 3.º ano, sobe a carga de matemática (para 40% ) e cai a de língua portuguesa (para 35%). Só nos 4.º e 5.º anos os alunos passarão a aprender ciências, história e geografia, o equivalente a 7 aulas. A Secretaria de Educação argumenta que "o objetivo é tornar o currículo mais atraente". As alterações são resultado, segundo a pasta, de processo que começou em 2011 e contou com a colaboração de dirigentes e supervisores. Nos anos finais do fundamental (do 6.º ao 9.º ano), as disciplinas de ciências humanas (história e geografia) ganham mais aulas do que ocorria até o ano passado - matemática também teve reforço na carga total, que aumentou. A diretriz descreve agora dois modelos de carga horária, de 40 e 45 horas semanais. Além do currículo normal, estão previstas atividades complementares e oficinas. O governo quer que a nova diretriz promova uma integração maior entre disciplinas básicas e oficinas. Nesse último grupo, entram educação financeira e sexualidade e some, por exemplo, filosofia. No total, existem agora dez oficinas curriculares, que podem ser adotadas pelas escolas. As oficinas vão de atividades artísticas e esportivas, que já eram previstas anteriormente, às novas educação financeira, para o trânsito, étnico-raciais e direitos humanos. Nos anos iniciais, as escolas deverão ter pelo menos oito das dez oficinas e nos finais, pelo menos seis. Serão obrigatórias atividades de hora da leitura, produção de texto, experiências matemáticas e língua estrangeira - como já ocorria antes. Nos anos finais, também serão obrigatórias oficinas de orientação de estudos. O governo assegura que terá professores suficientes para atender às demandas, até para as oficinas mais específicas. "Há professores já formados e outros que deverão passar por formação", afirma a secretaria. (Agência Estado)

domingo, 16 de dezembro de 2012

5º Encontro USP-Escola

DIVULGAÇAO DO CURSO DE FÉRIAS. Inscrições no site abaixo http://web.if.usp.br/extensao/node/45 . As disciplinas de janeiro/2013 são: PERÍODO DE 07 A 11 DE JAnEIRO DE 2013 · 5ENC – COMO projetAR E utilizar EXPERIMENTOS DE física EM SALA DE AULA - Prof Fuad PERÍODO DE 14 A 18 DE JAnEIRO DE 2013 · 5ENC – experimentos de Astronomia para o Ensino de Ciências - SPUTINIK · 5ENC – história dos sistemas energéticos e seus impactos ambientais - AMÉRICO KERR · 5ENC – NEUROCIÊNCIAS E educação (BIOLOGIA) - mARCUS bALDO E hAMILTON hADDAD 5ENC – A INSERÇÃO DA física MODERNA NO ensino MÉDIO ATRAVÉS DO ESTUDO DOS ACELERADORES DE PARTÍCULAS - MARCELO MUNHOZ e IVÃ GURGEL · 5ENC - Física - CORRENTE ELÉTRICA – A CONSTRUÇÃO DE UM MODELO FÍSICO 2ª edição - JESUÍNA PACCA · 5ENC – O ensino DE ciênciaS (química, física, BIOLOGIA) E MATEMÁTICA PARA SURDOS: DA TEORIA À PRÁTICA COM professor BILINGUE OU O INTÉRPRETE DE LIBRAS - Profa Edna Mattos e Jucivagno Silva · 5ENC – o CONCEITO DE MASSA: DE NEWTON A HIGGS - Prof. Manoel Robilotta e Fabiana Kneubi · 5ENC - Química -Módulo 1 – Primeiro Ano do Ensino Médio - Profa. Silvia Maria Leite Agostinho DESCRIÇÃO DOS CURSOS PERÍODO DE 07 A 11 DE JAnEIRO DE 2013 - 5ENC – COMO projetAR E utilizar EXPERIMENTOS DE física EM SALA DE AULA - Prof Fuad 1. Capacitar o docente a projetar e utilizar experimentos em sala de aula, utilizando materiais de fácil obtenção e baixo custo, 2. Contextualizar e problematizar os conteúdos programa ticos através de demonstrações experimentais. 3. Estimular o docente a desenvolver parte de seus cursos através de oficinas experimentais. 4. Estimular os docentes a navegarem em sites da INTERNET que possuem uma grande variedade de sugestões experimentais simples, de fácil confecção e utilização em sala de aula. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- PERÍODO DE 14 A 18 DE JAnEIRO DE 2013 · 5ENC – experimentos de Astronomia para o Ensino de Ciências - SPUTINIK Objetivos: Auxiliar o educador em sua prática em sala de aula na abordagem de conteúdos astronomia. Ofereceremos subsídios e ferramentas para os educadores trabalharem os diversos temas de astronomia oferecidos em livros didáticos, propostas e parâmetros curriculares. Possibilitar uma visão mais profunda dos temas de Astronomia, percorrendo os caminhos de sua história e construção além do estudo de alguns dos fenômenos, nos valendo essêncialmente de atividades práticas. -------------------------- 5ENC – história dos sistemas energéticos e seus impactos ambientais - AMÉRICO KERR Trataremos o conceito físico de energia e sua conservação nas múltiplas transformações que sofre na natureza. A partir daí serão tratados os sistemas energéticos adotados pelos povos ao longo da história e sua inter-relação com as estruturas sociais e de poder dominantes. Destaque especial será dado à discussão do sistema energético predominante hoje, baseado majoritariamente na queima de combustíveis fósseis. Ele tem produzido impactos ambientais profundos, particularmente sobre a saúde humana. Em combinação com a enorme expansão da população humana e em função de um sistema econômico consumista, delineia-se também a possibilidade de estar associado a mudanças climáticas em dimensões globais. ------------------------------------------------------------------ · 5ENC – NEUROCIÊNCIAS E educação (BIOLOGIA) - mARCUS bALDO E hAMILTON hADDAD O curso tem como objetivos: · Promover a divulgação da neurociência de forma coerente com os princípios científicos; · Gerar conhecimentos e torná-los acessíveis aos professores através da formação, com vista à multiplicação de saberes na rede pública junto aos alunos do Ensino Fundamental e Médio; · Divulgar os conhecimentos da neurociência de forma a contribuir para o esclarecimento de ideias equivocadas geradas a partir de apropriações indevidas, que acabam por criar “neuromitos” - ou seja, informações de pouco ou nenhum valor científico, mas que se revestem de aparente cientificidade; · Combater o uso impróprio e antiético do conhecimento neurocientífico, com finalidades comerciais e especulativas; · Possibilitar o alargamento dos horizontes dos neurocientistas por meio do contato com educadores, possibilitando a reflexão sobre sua concepção de educação, bem como o movimento inverso, ou seja, possibilitar que os educadores tenham acesso ao estado da arte das pesquisas neurocientíficas; · Fortalecer a geração de base de pesquisa em neurociência e educação de forma a fortalecer o tripé acadêmico, social e cultural, gerando conhecimentos com grande potencial de aplicação em diferentes áreas. --------------------------------------------------------------------------------------- 5ENC – A INSERÇÃO DA física MODERNA NO ensino MÉDIO ATRAVÉS DO ESTUDO DOS ACELERADORES DE PARTÍCULAS - MARCELO MUNHOZ e IVÃ GURGEL · · A história dos aceleradores de partículas: neste bloco serão apresentados em apresentação multimídia as motivações científicas e os aspectos históricos do surgimentos dos primeiros aceleradores de partículas. Ainda, será elaborado uma discussão mais aprofundada sobre a física nuclear e de partículas no Brasil onde será apresentados trechos do vídeo “Cientista Brasileiros – César Lattes e José Leite Lopes”. Os professores receberão conteúdo em apostila e sugestão de material a ser trabalhado em sala de aula. · A matéria e o átomo: o intuito desta etapa é discutir o surgimento do conceito de átomo e sua relação intrínseca com a idéia de matéria. Este tema será abordado através de aulas expositivas e da análise de textos de divulgação científica à serem trabalhados com os alunos. · Núcleos atômicos: a física nuclear é o tema principal deste bloco, que incluirá tanto aspectos sobre o formato dos núcleos atômicos como algumas pesquisas desenvolvidas dentro do acelerador de partículas Pelletron. Serão convidados pesquisadores do Departamento de Física Nuclear para proferir palestras sobre as principais pesquisas desenvolvidas atualmente no acelerador. · Partículas Elementares: o bloco que se refere à física de partículas constará de aulas teóricas sobre o tema e sugestões de atividades e textos para se trabalhar dentro da sala de aula. Neste contexto, será utilizado o novo material proposto pelo Estado. · Aspectos técnicos do acelerador Pelletron: os professores irão conhecer o acelerador Pelletron, com visita monitorada, onde será proferido uma apresentação sobre o acelerador e alguns aspectos técnicos. Neste projeto desenvolvido por alguns dos ministrantes do curso, também serão abordados os possíveis temas utilizados em sala de aula e que se relacionem ao funcionamento do acelerador como: eletrostática, magnetostática, mecânica, etc. Serão distribuídas apostilas com os conteúdos discutidos na visita e sugestões da atividades para serem feitas em sala de aula. -------------------------------------------------------------------------- 5ENC - Física - CORRENTE ELÉTRICA – A CONSTRUÇÃO DE UM MODELO FÍSICO 2ª edição - JESUÍNA PACCA Trabalhar o conceito de corrente elétrica através de experimentos realizáveis em uma sala de aula comum, que apresentem efeitos facilmente observáveis permitindo a análise para a compreensão dos fenômenos abordados. Essas atividades serão passíveis de incorporação no planejamento pedagógico do professor. ------------------------------------------------------------------------- · 5ENC – O ensino DE ciênciaS (química, física, BIOLOGIA) E MATEMÁTICA PARA SURDOS: DA TEORIA À PRÁTICA COM professor BILINGUE OU O INTÉRPRETE DE LIBRAS - Profa Edna Mattos e Jucivagno Silva Este curso está sendo estruturado com base nos objetivos a seguir: 1)Contribuir paracom a formação e reflexão sobre os principais desafios, barreiras e perspectivas em relação ao ensino de Ciências para os professores e intérpretes que atuam em salas de aula com alunos surdos; 2)Proporcionar um ambiente de troca entre pesquisadores e professores que trabalham com alunos surdos/deficientes auditivos em escolas inclusivas, Bilíngues e especiais; 3)Promover a reflexão sobre os aspectos socioculturais e linguísticos que devem ser considerados no processo do planejamentos de práticas educacionais relacionadas aos alunos surdos; 4) Discutir aspectos da avaliação, interpretação e transposição didática para o ensino de surdos. ------------------------------ · 5ENC – o CONCEITO DE MASSA: DE NEWTON A HIGGS - Prof. Manoel Robilotta e Fabiana Kneubi O curso tem por objetivo propiciar aos professores do ensino médio um aprofundamento sobre os conceitos de massa e energia, e a resignificação desses conceitos com a relatividade especial. Abordaremos a famosa fórmula de Einstein, E=mc2, aplicada ao cálculo do peso de sistemas ligados (como um átomo de hidrogênio) e em física de partículas, e suas consequências. Além disso, faremos discussões sobre propostas para a sala de aula do ensino médio. -------------------------------------------------------------- · 5ENC - Química -Módulo 1 – Primeiro Ano do Ensino Médio - Profa. Silvia Maria Leite Agostinho · Programa detalhado – Noções sobre segurança no laboratório de Química. Noções sobre algarismos significativos. Operações com desvios. Substâncias e propriedades. Misturas e separações. Transformações Químicas. Energia nas transformações químicas. Estequiometria. Materiais metálicos, plásticos, papel e celulode, materiais cerâmicos. Reciclagem de resíduos domésticos. · Metodologia: Aulas teóricas expositivas, exposição dialogada, experimentos realizados pelos professores-alunos, relatórios dos experimentos, leitura de artigos, aulas de exercícios e troca de experiência entre os professores através de depoimentos." Mordechaj

Divulgação do International Masterclasses

Torne-se Físico por um dia! Analise dados reais do CERN! Nos dias 18 e 19 de Março de 2013, o Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP) sediará umas das edições brasileiras do evento 9º International Masterclasses (http://www.physicsmasterclasses.org). Esta iniciativa, promovida em colaboração com o laboratório europeu CERN (http://www.cern.ch), tem como objetivo aproximar alunos do ensino médio ao cotidiano dos cientistas que trabalham nesse importante laboratório internacional. Durante o evento, com duração de dois dias, os alunos terão a oportunidade de aprender alguns conceitos fundamentais da Física Nuclear e de Partículas Elementares, disciplinas que estudam a constituição mais elementar da matéria. Além disso, eles poderão visitar as dependências do Laboratório Aberto de Física Nuclear do IFUSP (http://www.dfn.if.usp.br/pagina-lafn/index.html) e analisarão dados reais do experimento ALICE (http://aliceinfo.cern.ch/Public/Welcome.html) do acelerador LHC (http://public.web.cern.ch/public/en/LHC/LHC-en.html), através de um software fornecido pelo próprio CERN. Ao final, os alunos participarão de uma videoconferência global, na qual estudantes de diferentes países apresentarão os resultados da análise realizada (Para detalhes sobre a dinâmica do evento consulte http://sampa.if.usp.br/drupal/masterclasses2012). Para esta edição de Masterclasses , serão selecionados 8 grupos de 3 alunos de diferentes escolas públicas de São Paulo. As inscrições deverão ser feitas pelos professores interessados em levar 3 dos seus estudantes do terceiro ano do Ensino Médio para participar do evento. Todos os professores que ministram aulas de física na rede estadual estão convidados a se inscrever. Para ser selecionado a participar do evento, o professor interessado deverá realizar o curso "A Inserção da Física Moderna no Ensino Médio através do Estudo dos Aceleradores de Partículas", que será ministrado durante o 5º Encontro USP- Escola no período de 14 a 18 de Janeiro de 2013 (inscrições no site http://web.if.usp.br/extensao/). Neste curso, que também pode ser frequentado por professores e estudantes de licenciatura em Física que não pretendem participar do Masterclasses, discutimos aspectos conceituais e didáticos relacionados à Física Nuclear e de Partículas Elementares. Os interessados em participar do Masterclasses devem se inscrever pelo site: (http://sampa.if.usp.br/drupal/masterclasses2013). No mesmo site há maiores detalhes do evento. A seleção das escolas se pautará na formação do docente, sendo privilegiados os licenciados em Física e aqueles cuja formação permitirá a aplicação dessa atividade em sua própria escola, expandindo o alcance desta iniciativa para um número maior de alunos. Mordechaj

sábado, 22 de setembro de 2012

Pesquisadores do Universo

Programa pode ser visto, a partir do próximo sábado (22) e ao longo da semana, pela TV e pela internet. A origem do universo sempre intrigou a humanidade. Na busca de respostas para os fenômenos da natureza quase sempre o inexplicável é atribuído a razões sobrenaturais. Mas para os debatedores deste programa - cientistas por opção e profissão - nada é mais natural que procurar explicações para o desconhecido. Ao examinar o Universo com o auxílio das mais avançadas tecnologias, eles questionam inclusive as teorias que já pareciam solidificadas, como a que atribuía a origem de tudo a uma grande explosão, o big bang. Comentam das mais recentes descobertas e explicam a expansão acelerada, que pode vir ser o fim de tudo. Participantes - Jaime Fernando Villas da Rocha, doutor em astronomia, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e coordenador nacional da Comissão de Ensino da Sociedade Astronômica Brasileira. Martin Makler, doutor em física na área de cosmologia, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF). Nelson Pinto Neto, doutor em física e pesquisador titular do CBPF, com pós-doutorado na Universidade Pierre et Marie Curie, na França. Maurício Ortiz Calvão, com pós-doutorado em física na Universidade California Berkeley, nos Estados Unidos, é professor da Universidade do Estado Rio de Janeiro (UFRJ). Na TV Câmara de São Paulo, da Câmara Municipal de São Paulo (canal 13 da NET, 66 e 07 da TVA), às 13 horas dos domingos e 15 horas das segundas, com reprises durante a programação - Na RTV Unicamp, da Universidade Estadual de Campinas (canal 10 da Net Campinas), às 15 horas dos sábados, 21 horas dos domingos, às 15 horas das terças e às 24 horas das quintas-feiras, além da internet (www.rtv.unicamp.br). Ref: http://www.jornaldaciencia.org.br/